Fiscal aparece. Você tem 6 ciclos pra decidir. Pagar multa, subornar (com escalada), ou ignorar (auto-IGNORED com penalidade).
Toda fiscalização é uma equação. O fiscal não inventa o valor — segue regra. Vamos pelo cálculo.
base (2,5%) + suspicion × 0,5% + clandestinos × 6%
Com floor de 0,5% e cap de 50%. Plus: clandestino exposto há 25+ ciclos sem inspeção força evento no próximo tick (grace cycles).
A inspeção tira snapshot do estoque clandestino (quantityWithoutInvoice) no momento da visita. O valor encontrado fica locked — vender depois não muda a multa.
fineAmount = clandestineValue × 2,5. Direto.
Se você tinha R$ 4.000 em clandestino e foi pego, a multa é R$ 10.000. Não tem negociação. Se você pagar, suspicion não muda, conta fechada.
Começa em 50% da multa (BRIBE_BASE_RATIO = 0,5). Mas escala conforme você reincide.
A janela é rolling em 50 ciclos. Dentro dela:
Cada propina paga: +10 de suspicion.
Não pagou, não subornou. Action expira em 6 ciclos. Auto-aplica IGNORE_PENALTY_MULTIPLIER de 1,5 sobre a multa. Tradução: você paga 50% a mais, sem opção. Mais 5 de suspicion.
Suspicion baixa (<20), primeira inspeção do mês, propina cara? Paga multa.
Suspicion média (20–50), você já subornou 1× no window? Multa ou negar — propina vai sair 75% da multa.
Suspicion alta (50+), reincidente, valor pequeno? Ignora — penalidade fixa de 50% extra pode ser menor que escalada de propina.
Você tem R$ 50.000 em clandestino exposto. Multa seria R$ 125.000. Primeira propina no window: R$ 62.500 (50%). Economia direta: R$ 62.500. Suspicion sobe 10, mas o caixa sobrevive.
Não ter clandestino exposto. CONTADOR adiciona suspicionResistance (consumido pelo Épico de fiscalização — beta calcula e persiste, ainda não aplica). Pré-MEI, fiscalização não rola (sem clandestino possível).